terça-feira, 15 de junho de 2010

sábado, 12 de junho de 2010

Dia dos Namorados (no Brasil)

Uns Comemoram, outros nem tanto...




Como se pode ver por este Pequeno Artista brasileiro...



Hoje é o dia dos Namorados no nosso Pais Irmão - Brasil!

Explicação:
http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_dos_namorados.htm
ou
http://www.leme.pt/destaques/diadosnamoradosbrasil.html

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas



Bom Feriado!

O nosso Serginho canta tão bem...



Foi muito bom perceber que ele agora está exactamente onde deveria estar, mas que de certeza continua a ver ou a adivinhar zebras onde/quando todos os outros adivinham cavalos.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Amanhã, às 21h30


Lançamento do livro «Novos Direitos»,
de Luísa Neto

Apresentação: João Teixeira Lopes

Na Feira do Livro do Porto (Auditório APEL, que é COBERTO :)). Entrada (MAIS QUE) livre.


Notas da Autora :)

domingo, 6 de junho de 2010

Droga de amor...

http://esmae-ipp.pt/producao/Com.asp#

Droga de amor...

No fio da navalha, improvisação, máscaras... aconteçam! :)





















quinta-feira, 27 de maio de 2010

Biblioteca Infernal II

O cast e a técnica de som...

(lbc)

domingo, 16 de maio de 2010

de boas intenções...

Há dias, estava eu quase quase a entrar para a Sala Estúdio Latino (no Sá da Bandeira) para assistir a "7: AM", da Palmilha Dentada, quando me apercebo de que os senhores à minha frente eram portadores de bilhete para o espectáculo... de Fernando Mendes - que dá pelo nome de mendes.come, com este "e" mesmo assim no final - e que teria lugar à mesma hora, mas na sala do Teatro Sá da Bandeira propriamente dito. Ou seja, a uns parcos metros da sala para onde eu me encaminhava. Atrás de mim, encostados à parede, uns foliões já se tinham apercebido da situação e riam-se cheios de cumplicidade e maquiavelismo, com um "nós não lhe vamos dizer, tu vais?!" estampado nas testas.

Agora perguntem-me: qual é o dilema?

Do nada


Em À Espera de Godot espera-se por nada e esse nada, é o que de facto existe. O resto, o tudo, são as palavras, as coisas e as pessoas para as quais (e de quais) elas falam. E essas são o que são. Estão lá e existem por si só. Servem para realçar o contrário. Servem para dar sentido ao medo que sentimos quando não sentimos o sentido das coisas. Servem para nos lembrar de que entre elas (e entre elas e as coisas) existe esse enorme e poderoso vazio, cheio de tudo e de nada, que desconhecemos e imaginamos, que antecipamos e receamos e que, inútil e insistentemente, procuramos compreender."

João Fiadeiro